Edinho no 1º de Maio: “É Lula quem garante mais dignidade para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil”

Presidente nacional do PT reforçou sua defesa ao fim da escala 6×1 na Festa dos Trabalhadores, organizado pela CUT, sindicatos e movimentos sociais, em São Bernardo do Campo

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, participou da Festa do Trabalhadores realizada no feriado de 1º de maio. A maior celebração ocorreu no berço do Partido dos Trabalhadores, em São Bernardo do Campo, num ato organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), sindicatos e movimentos sociais.

Edinho esteve ao lado de trabalhadoras e trabalhadores que foram às ruas pressionar os parlamentares pela aprovação da redução da jornada de trabalho sem redução de salários e por condições dignas de trabalho, sem precarização.

O presidente nacional do PT reforçou sua defesa ao projeto de lei enviado ao Congresso Nacional pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em abril para acabar com a escala 6×1, em que o trabalhador tem apenas um dia de folga semanal.

O PT defende cinco dias de trabalho e dois de folga na semana, sem redução salarial.

“Avançamos nos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras com o retorno do aumento real do salário mínimo, a aprovação da lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês e a redução para quem ganha até R$ 7.300. E vamos avançar ainda mais com o fim da escala 6×1 e o Novo Desenrola, para tirar as famílias do endividamento. É Lula quem garante mais dignidade para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil”, ressaltou Edinho, reforçando sua defesa para a redução da jornada de trabalho, sem redução dos salários, para que trabalhadores e trabalhadoras tenham tempo para família, lazer, cultura, esporte, para cuidar da saúde e também estudar

“O 1º de Maio é uma data para celebrar as conquistas já alcançadas, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, a lei de equiparação salarial entre homens e mulheres e a preservação do poder de compra do salário mínimo resgatada por Lula em seu governo. Mas temos muita luta pela frente”, disse Edinho.

Celebração pelo país

Nas mais diferentes regiões do Brasil, o 1º de maio teve muita celebração e também muita cobrança. Além do fim da escala 6×1 que foi a pauta central das mobilizações, o combate ao feminicídio e o clamor por condições dignas de trabalho também estavam entre as reivindicações dos trabalhadores.

Foram organizados atos em várias capitais, incluindo Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Vitória, Goiânia, Curitiba, Recife, Aracaju e Porto Alegre.